GESTÃO DE FERIDAS CRÓNICAS: UMA ABORDAGEM DE BOAS PRÁTICAS

 

Apresentações disponíveis para download

Exclusivo para os inscritos no congresso

 

 

JUSTIFICAÇÃO

Durante muitos anos os resultados dos estudos realizados em pessoas com feridas agudas eram extrapolados para as feridas crónicas. Contudo, hoje sabe-se que estas têm uma “identidade” própria, tornando-se uma entidade com fisiopatologia diferente da das agudas, necessitando de cuidados específicos dirigidos à sua causa de cronicidade e natureza complexa. O mercado foi invadido por uma panóplia de produtos de tratamento, a acompanhar os desenvolvimentos tecnológicos e científicos e com uma preocupação de relação custo-eficácia favorável. Rapidamente foram elaboradas Guidelines Internacionais que foram sofrendo revisões, com destaque para a avaliação criteriosa das feridas, para os planos preventivos e de tratamento dirigidos à especificidade das feridas crónicas.

Dada a premência e actualidade da temática surgiu a necessidade de se proporcionar um espaço formativo e de encontro de profissionais de saúde para a divulgação e debate das práticas sustentadas pela melhor evidência disponível.

Os trabalhos do congresso centram-se não só nas orientações e experiências clínicas de um painel de peritos nacionais e internacionais, como, também, nas experiências práticas e nos trabalhos de formação e investigação que têm vindo a ser desenvolvidos pelos enfermeiros nas realidades portuguesas.

 

OBJECTIVOS

Promover um espaço de divulgação e reflexão das melhores práticas, tendo em conta a complexidade e especificidade das feridas crónicas.

 

PROGRAMA

Dia 9 – Sexta-feira

9,30 - Conferência Inaugural - Feridas Crónicas: Generalidades
Enfº Paulo Alves, Inst.Ciências Saúde – UCP, Porto

10,15 – Coffee-Break

 

10,45 - Mesa Redonda I - Boas Práticas para a recuperação tecidular das feridas crónicas: Preparação do leito da ferida

Moderação: Helena Duque, Enfª Especialista. Hosp. Curry Cabral

Princípios na limpeza da ferida -  Enfª Rita Marques, Product Manager, Lisboa

Casos clínicos desbridamento - Enfº João Gouveia – Centro Saúde de Montemor-o-Velho

Cuidado com a pele perilesional / Controlo e gestão do exsudado - Enfª Ana Luísa Pedro. Hospital Sto. António dos Capuchos, Lisboa

Discussão

 

12,00 – Painel de Comunicações

Importância da prática baseada em evidências - Enfº César Fonseca – HCLN / ESEL, Lisboa

Validação da investigação. Meta sínteses e meta-análise - Professor Paulo Queirós -  ESEnfC, Coimbra

 

ALMOÇO

 

14,30 – Mesa Redonda II - Boas Práticas para a recuperação tecidular das feridas crónicas: Controlo da infecção em feridas crónicas.

Moderação: Enfº Carlos Margato, Hospitais da Universidade de Coimbra

Diagnóstico da Infecção – Drª Teresa Garcia, Hosp. Sta. Marta, Lisboa

Biofilmes: comunidade microbiana constitui um novo desafio – Drª Elaine Pina, Microbiologista, Lisboa

Opções Terapêuticas – Enfº Vítor Santos, Centro Hospitalar do Oeste Norte – Unidade Caldas da Rainha

Discussão

 

15,45 – Coffee-Break

 

16,15 – Mesa Redonda III - Terapias Complementares / Alternativas

Moderação: Enfª Berta Augusto - Centro Hospitalar de Coimbra

Oxigenoterapia hiperbárica – Tenente Anabela Alves, Hospital da Marinha

Bioterapia - Enfº André Filipe Gonçalves Patrício – Unidade de Saúde Fernão Mendes Pinto. Coimbra

Terapia por Vácuo – Enfª Ester Malcato- Hospital Santa Maria, Lisboa

Discussão

 

COMUNICAÇÕES ORAIS - SALA PARALELA

Moderação: Carlos Elias

 


 

Dia 10 – Sábado

 

9,00 - Mesa Redonda IV - Úlceras de Pressão

Moderação: Enfª Elsa Menoita, Hospital Curry Cabral, Lisboa

Prevenção das úlceras de pressão: superfícies de apoio – Enfª Tânia Santos, Centro Hospitalar de Lisboa, Zona Central

Diagnóstico diferencial: lesões por maceração e úlceras de pressão. PUCLAS – Enfº João Dias, Centro de Saúde de Beja

Guidelines internacionais de prevenção – Enfº Paulo Alves, Inst. Ciências Saúde – UCP, Porto

Úlceras por pressão: Factores de risco e prevenção na óptica dos familiares de pessoas com lesão medular - Zuila Maria de Figueiredo Carvalho, Universidade Federal do Ceará – Brasil

Ácidos gordos hiperoxigenados
– Enfª Rita Marques, Product Manager, Lisboa


Discussão

 

10,50 – Coffee-Break

 

11,20 - Mesa Redonda V - Úlcera de Perna: Abordagem Cirúrgica

Moderação: Enfº Alberto Correia Alves, Supervisor na Unidade Local de Saúde do Norte Alentejo /EPE

Abordagem cirúrgica: Úlceras de perna - Dr. Daniel Menezes

A terapia compressiva no tratamento de úlceras de perna – Enfº Ricardo Paço – Clínica de Sto. António, Reboleira

Abordagem da úlcera de perna de etiologia mista – Enfº Carlos Cancela

Úlcera Venosa Crónica: um percurso de cuidar – Luciene Maria de Andrade – Instituto José Frota  - Fortaleza - Brasil

Estudo de caso de úlcera de perna – Enfº Vítor Santos, Centro Hospitalar do Oeste Norte – Unidade Caldas da Rainha

Discussão

 

ALMOÇO

 

14,30 – Mesa Redonda VI - Pé Diabético

Moderação: Enfª Maria Arminda Costeira, Hospital Sto António, Porto

Biomecânica do pé saudável - Drª Rita Santos, Consulta de Diabetes, IPO, Lisboa

Diagnóstico diferencial. Pé neuropático e pé isquémico - Drª Rita Santos, Consulta de Diabetes, IPO, Lisboa

Pé de Charcot: Conhecer a entidade - Drª Natércia  Candeias, Hospital Curry Cabral, Lisboa

Gestão do pé ulcerado – Enfº Manuel Esteves Cardoso, Hospital Curry Cabral - Lisboa

Discussão

 

15,40 – Coffee-Break

 

16,00 – Mesa Redonda VII - Papel das Organizações na Formação e Investigação em Feridas Crónicas

Moderação: Professor António Fernando Amaral. ESEnfC, Coimbra

Papel do European Wound Management Association – EWMA

Papel do Grupo de Tratamento de Úlceras de Pressão - GTUP Enfº Luís Sousa

Papel do Grupo Associativo de Investigação em Feridas - GAIF Enfª Rosa Nascimento

Papel da ELCOS – Sociedade de Feridas – Prof. Doutor Pedro Gaspar

Papel da Associação Portuguesa de Tratamento de Feridas - APTF – Enfª Arminda Costeira

Papel da Feridasau – Enfª Elsa Menoita ; Enfº Vítor Santos

 

17, 30 - Encerramento

 

FICHA DE INSCRIÇÃO

 

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